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Alergia alimentar

A alergia alimentar ocorre quando o sistema de defesa do nosso organismo acredita que uma substância alimentar, até então inofensiva, é perigosa. Para se defenderem dessas substâncias, as células do sistema imune produzem moléculas chamadas anticorpos.

Essa reação incita outras celulas especializadas, os mastócitos, a liberarem “histamina”. Ela provoca sintomas alérgicos que podem afetar o sistema respiratório (asma, tosse), digestivo (dores abdominais, vômitos e diarréia) e a pele (urticária).

Os alimentos envolvidos na alergia alimentar são os que possuem alto teor de proteína, principalmente os de origem vegetal e marinha: milho, arroz, centeio, nozes, camarão, amendoím, leite, ovos, carne de porco, moluscos, soja e o peixe. O tratamento da alergia consiste na exclusão de certos alimentos do cardápio ou com a redução de sua quantidade na dieta. É necessário sempre ler os rótulos dos produtos com o objetivo de identificar as substâncias alergênicas.

Mas, atenção, se determinados alimentos forem vetados definitivamente do seu dia-a-dia, você deve substituí-los por outros fornecedores dos mesmos nutrientes. O objetivo da orientação alimentar é identificar o alimento agressor através da dieta de eliminação e evitar deficiências nutricionais, substituindo os alimentos causadores das manifestações adversas por outros nutricionalmente semelhantes.

Prefira:
- óleos vegetais (azeite, girassol e canola)
- banana, maçã e pera cozidas
- fécula de batata, amido de milho, polvilho.

Evite:
- alimentos alergênicos: leite, ovos, peixe, frutos do mar, milho, chocolate, trigo e produtos com glúten, cítricos, manteiga, amendoím, produtos com corantes ou aditivos quimicos.
- bebidas alcoólicas.
- condimentos irritantes: pimenta, curry, páprica.
 

Mônica Miliorini – nutricinista – CRN3-5985
 

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