CORREIO POPULAR
Campinas, domingo, 20 de novembro de 2011
Gustavo Ricciardi Fábregas De Aguiar
“Quem gosta de história é museu". Os historiadores sofrem com essa frase, mas ela precisa ser entendida.
O desprezo dado ao passado, muitas vezes visto como algo inútil, convive com uma profunda valorização do presente.
A tecnologia favorece as atualizações instantâneas, e os acontecimentos dos cinco últimos dias parece despertar mais interesse do que os eventos transcorridos nos últimos cinco séculos. Como poderemos ajustar o futuro ou resolver os problemas do presente, quando não compreendemos as suas origens e todo o seu processo de desenvolvimento?
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