http://tbn0.google.com/images?q=tbn:NH6ZXVYCW8Gh4M:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,14785767,00.jpgPensando na importância de se trabalhar a literatura nessa faixa etária em que se encontram nossas crianças, momento em que vivenciam grande parte da realidade através da fantasia e imaginação, usaremos o livro: “O carteiro chegou” – Janet & Allan Ahlberg, Ed. Companhia das Letrinhas, no segundo semestre. Este livro é como a sacola do carteiro: vem cheio de cartas de verdade, com envelope e tudo. Para abrir e ler!

A cada carta uma surpresa, um novo conto a ser trabalhado, um mistério a ser desvendado...

Gigante, fada, lobo, ogro, feiticeiras, varinhas mágicas, seres poderosos, amuletos milagrosos, animais que falam, objetos que raciocinam, bruxas malvadas, princesas presas em altas torres e cavaleiros corajosos... Nada disso falta nas páginas dos livros e no mundo da fantasia e imaginação dos nossos pequenos.

Com o livro “O carteiro chegou”, diferentes obras literárias puderam ser trabalhadas: “Cinderela, João e Maria, João e o Pé de Feijão, Cachinhos Dourados e os Três Ursos, Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos.”

 Cada uma com uma moral a ser explorada, aproveitada e utilizada em nosso dia-a-dia.

Porém eu tinha um grande objetivo em minhas mãos... Observar com qual delas as crianças mais se identificariam e assim nos aprofundarmos melhor no contexto da história... Foram dias de observação... Afinal, as histórias não são feitas apenas de palavras: têm peso, cor, sabor, têm detalhes que não cabem nos limites do texto. E foi com esses detalhes que dia após dia, fui notando maior interesse e envolvimento pela obra “João e o pé-de-feijão.”

Espero que com esse trabalho, cada criança: Ariadne, Fellipe, Gabriel, Gabrielli, Giovanna Bueno, Giovanna Rosa, Guilherme, Julia, Maria Fernanda, Mateus, Pedro Henrique, Pedro Pincinato e Vitor, plante a sementinha da amizade, respeito, amor, carinho, humildade... e a cultive para sempre dentro de seu coração!

           

“Se quiser falar ao coração dos homens, há que se contar uma história.
Dessas onde não faltem animais, ou deuses e muita fantasia.
Porque é assim – suave e docemente que se despertam consciências.
Jean de La Fontaine

 

 

                                   Um grande abraço,

                                   Profª Liliana Brenelli Vidotti Berti