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3º ano EFI faz “viagem ao fundo do baú”

Refletir acerca das vivências de pessoas mais velhas e comparar com suas próprias experiências. O trabalho interdisciplinar que os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I proporcionou uma “viagem ao fundo do baú” aos seus interlocutores, que para auxiliá-los com a tarefa, convidaram a auxiliar de monitoria Benedita Reinaldo Maggi, a Ditinha, para dar um depoimento às turmas.

Conforme explicado pela professora Cíntia Cardoso, do 3º ano A, a proposta do livro de português permite trabalhar a interdisciplinaridade com a área de História, envolvendo relatos sobre outras épocas, bem como a interação entre idosos e crianças, além das mudanças e permanências ao longo dos tempos. “Nesta atividade, especificamente, as crianças convidam um adulto com 60 anos ou mais para falar sobre a infância dele e fazem um registro do depoimento desse convidado. Trabalhamos então os gêneros textuais: depoimento e convite. Para isso convidamos a Ditinha que com muita honra, veio nos prestigiar”, conta a professora

Ditinha foi respondendo às perguntas previamente feitas pelos estudantes. Ela falou sobre a escola de sua época, sua relação com os pais e irmãos, brinquedos favoritos, como eram os utensílios domésticos, as roupas que usavam e o material escolar. Além disso, discorreu brevemente sobre sua rotina no dia a dia, a casa onde morava, os meios de transporte utilizados pelos moradores da região, e onde eram os locais e momentos de lazer. “Minha infância foi muito diferente da de vocês, quase não tínhamos brinquedos para nos distrairmos. Lembro-me da bonequinha de pano que minha mãe me fez, de jogar bolinha de gude, barra-manteiga, passa anel”, recordou. E encerrou seu depoimento com um recado muito valioso. “Hoje em dia vocês têm tudo que é de bom, por isso é importante valorizar o estudo, não perder tempo com bobeiras e sempre obedecer as professoras”.

Isadora Amorim Tinóis, aluna do 3º ano A, adorou a atividade, apesar de acreditar que as coisas hoje são um pouco melhores do que antigamente. “Aprendemos em sala como era o ferro de passar roupa, o fogão, utensílios domésticos, e era tudo bem diferente do que é hoje em dia”. Júlia Dorigan afirmou que estuda no Rio Branco desde o Infantil e tem lembranças muito boas da Ditinha. “Adorei o depoimento, aprendi bastante coisa nova com ela hoje”.

Manuela de Rezende Chediak, do 3º C, percebeu que vários brinquedos e brincadeiras de antigamente ainda são conhecidos até hoje, como barra-manteiga e pular corda. “Tem muita curiosidade legal de aprender daquela época, como eles se comportavam, o que eles faziam, e acho legal aprender sobre isso”.

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