Colégio Rio Branco - Campinas

Endereço: Rua Cecília Ferez Zogbi s/n
Barão Geraldo
Fone: (019) 3303-1250

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HISTÓRIA


História

A fundação do Colégio Rio Branco – Campinas, em abril de 1863, aconteceu pela união de imigrantes alemães, buscando manter os vínculos entre si e se integrar à nova pátria. Nessa época, o nome do Colégio era ¨Deutsche Schule¨, Escola Alemã. O endereço era na região central de Campinas, na rua Visconde do Rio Branco.

Em 1863, a Escola contava com uma sala de aula; posteriormente, passaram a ser quatro, uma para cada série do chamado curso primário. Até 1938, o ensino era ministrado em alemão e por professores vindos da Alemanha. Dentre eles, o pastor luterano Johann Jacob Zink, que chegou ao Brasil em 1869 e se estabeleceu em Campinas em 1891 como professor substituto na Escola Alemã. Um ano depois, ele decidiu abrir sua própria escola “Neue Deutsche Schule”, Nova Escola Alemã, ligada à comunidade luterana de Campinas.

Em 1° de outubro de 1831, a “Neue Deutsche Schule” foi absorvida pela “Deutsche Schule” administrada pelo Prof. Carlos Cristovão Zink, filho do pastor Zink. Por problemas de saúde, o Prof. Carlos Cristóvão Zink foi substituído por seu filho Ernesto Manuel Zink.

Durante o Estado Novo, na era Vargas, já em 1938, uma lei federal exigiu uma definição da nacionalidade das instituições. A Sociedade decidiu que a instituição seria brasileira com a denomição de “Sociedade de Instrução e Leitura”. A “Deutsche Schule” passou a se denominar “Escola Rio Branco”, nome da rua onde se localizava. O Colégio existe hoje graças a esta mudança, recorda-se um ex-membro da Sociedade, Heinz Jürgen Soboll. Quando o Brasil entrou na 2ª Guerra Mundial, em 1943, as instituições que não se nacionalizaram foram encampadas pelo Governo Federal.

A necessidade de novas instalações para o Colégio se tornou mais nítida e foi reforçada por uma reforma no sistema de ensino, no ano de 1971, quando os cursos primário e ginasial passaram a compor um único curso. Houve aumento na demanda por novos professores, tendo sido contratados muitos ex-alunos como a professora Verena, que até hoje leciona Geografia no Colégio.

Em 1973, a Sociedade adquiriu o terreno da Chácara Santa Isabel, próximo à recém inaugurada Universidade Estadual de Campinas. O presidente da Mantenedora era Helmut Tolle. Dois anos depois, em 1975, ocorreu a mudança de endereço, que custou a perda de muitos alunos: o Distrito de Barão Geraldo era considerado muito distante de Campinas e os meios de acesso eram precários.

No novo endereço, a escola não parou de crescer, investindo na melhoria de seus recursos. “Quando eu olho o Colégio hoje, eu fico muito satisfeito porque acredito muito no futuro e nas pessoas”, diz Soboll. A participação dos pais é fundamental na constituição da parceria com a família, pilar na construção de uma escola.


Construção do Colégio em Barão Geraldo

Construção do Colégio em Barão Geraldo

Terreno em Barão Geraldo

A união das duas escolas Alemãs em 1931

A Sociedade se torna brasileira

O Centenário da Escola

Colégio Rio Branco - Campinas