Infantil inicia adaptação de alunos

Durante as primeiras semanas de aula, as turmas da Educação Infantil e 1º ano do Colégio Rio Branco passam pelo período de adaptação escolar, já tradicional no calendário pedagógico. A adaptação é um momento de acolhida das crianças, tanto para os novos alunos que estão chegando ao colégio pela primeira vez, como os que já fazem parte do corpo discente, mas estão conhecendo uma nova sala, outra professora, ou na transição do ensino Infantil para o 1º ano. Esse período abrange, em especial no Maternal, aproximadamente um mês, com atividades específicas para a acolhida e recepção dos alunos.

Nos encontros do planejamento educacional, que acontecem antes do início do período letivo, a coordenação se reúne com as professoras e a orientadora do Infantil para a preparação das atividades relacionadas a esse momento: são definidas as brincadeiras, a lembrancinha que a criança irá levar para casa, as atividades de culinária, as histórias especiais sobre a escola e os amigos novos, além da apresentação de todos os espaços. “Esse processo de adaptação é o que garante que a criança vá ficar bem o resto do ano na escola, e a partir do momento que a família fica segura em deixar conosco o seu filho, que é seu bem mais precioso, o sucesso da vida escolar dela é garantido”, afirma Millena Bonomi, orientadora educacional do Infantil e 1º ano.

A orientadora reforça que toda mudança traz uma ansiedade, um frio na barriga, por isso a importância de um planejamento cuidadoso nesse período. “Essa adaptação é feita gradativamente, para que a criança realmente se acostume às novas pessoas e ao novo ambiente na rotina dela. Ela vem nos primeiros dias e fica uma hora, uma hora e meia, a mãe fica aqui no colégio também, ou junto ao filho ou na área de espera, mas ele sabe que a mãe está por perto, e gradualmente esse tempo de permanência na escola aumenta até que a criança fique segura, não chore mais, e fique o período todo”, explica Millena. Uma adaptação bem sucedida acontece quando a escola acolhe o aluno, respeita o tempo de cada um, garantindo a sua individualidade, olhando para cada criança com suas particularidades, acredita a orientadora.

A adaptação, na maior parte das vezes, também é para os pais. Ouvir, conversar, esclarecer dúvidas e preocupações são essenciais para o cumprimento dessa etapa, pois a família também precisa se adaptar a essa nova realidade da criança, principalmente no momento da despedida. “Trabalhamos muito a questão do chorinho por ficar longe dos pais, então cada professora é orientada a agir de acordo com uma situação específica. Por exemplo, se a criança chora por ficar longe da mãe, pedimos que ela traga um objeto de afeição para que ela fique mais confortada emocionalmente, e também conversamos sobre esses sentimentos com a criança, explicando as situações, permitindo o choro, mas incentivando o entendimento da situação”, discorre Millena.

Outra situação recorrente é o processo de rejeição pelo aluno, que a princípio pode ser confundido com uma aceitação do novo ambiente, as crianças pequenas, são muito sensíveis aos sentimentos, se o adulto está inseguro ela a criança, será capaz de perceber. Uma conversa com a escola é fundamental para que se entenda o motivo da rejeição. Em outros casos, a criança também pode ter passado um dia ótimo na escola, mas chega em casa e diz que não gostou de nada, na tentativa dos pais a tirarem desse ambiente e fazerem companhia durante o dia. “Na primeira semana a criança pode ter ficado super bem, mas na segunda semana acontece o primeiro tombo, a primeira mordida do colega, então aquele grande parque de diversões acaba se tornando uma frustração, remetendo algo ruim a ela.Temos que lidar com todos os tipos de situações que possam acontecer, a adaptação traz muitos desafios para o corpo pedagógico, e temos que estar sempre atentos a todos eles”, conta a orientadora.

Há seis anos lecionando no Maternal, Fernanda Ferreira Material aponta que o período de adaptação é essencial para o desenvolvimento da criança, e carrega um histórico muito positivo em suas experiências anteriores. “As mães normalmente respeitam muito esse horário de adaptação, sempre conversamos sobre a importância desse entendimento porque mesmo alunos que já frequentaram outras escolas antes, ao ver outras mães permanecendo aqui por muito tempo, acabam pensando ‘por que minha mãe não está aqui também?’, então todos têm que colaborar para o bem geral”, diz a professora. Ela revela qual a maior dificuldade que os pequenos alunos do colégio passam nesse início de ano. “Com certeza é a despedida entre mãe e filho, e isso vem de ambas as partes. Mas ao longo do mês isso vai sendo trabalhado, e a tendência é todos se acostumarem com os horários em pouco tempo. A criança começa a entender que esse processo é regular, que existe um horário para chegar e ir embora. Por isso é muito importante o compromisso dos pais com os horários estabelecidos com as professoras do colégio, pois é assim que a criança entende que o combinado existe, e que em certo momento, ela volta para a família sem maiores problemas”, finaliza.

A equipe pedagógica da Educação Infantil frisa que está aberta para fornecer orientações, trocas de textos e esclarecimentos de dúvidas durante o ano inteiro, não somente nessa semana de adaptação, deixando suas portas sempre abertas para os familiares de seus alunos.

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