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Estudo do meio aproxima alunos da cultura indígena

Uma experiência para ser lembrada por muitos e muitos anos. É assim que as professoras do 3º ano do Colégio Rio Branco Campinas descrevem o estudo do meio na Toca da Raposa, em Juquitiba, cidade localizada a aproximadamente 2 horas de viagem de Campinas. Na ocasião, os alunos tiveram a chance de conhecer um pouco mais sobre a flora e fauna brasileira, em um ambiente rodeado pela Mata Atlântica, além de entrarem em contato com Índios do Xingu em atividades especiais.

A visita foi baseada no conteúdo aprendido por eles no livro de História, que conta sobre o povo indígena Pankararu, que hoje vive na zona sul da cidade de São Paulo em parte da favela de mesmo nome no bairro do Morumbi. A partir desse tema, foram discutidas em sala as questões de algumas formas de apropriação dos espaços por diferentes povos em um mesmo tempo histórico, além da relocação de povos indígenas de suas terras para ambientes urbanos. Após essa etapa, aconteceu a visita à Toca da Raposa.

A coordenadora pedagógica do Fundamental I, Fabiene Cortijo Ramos, relata que esse é um estudo diferenciado, justamente pela vivência intensiva a que os alunos são expostos. “Durante toda a visita os alunos são levados, através das estações e da própria estrutura do local, a presenciar a cultura do povo Kuiukuro. É uma experiência única e que impressiona os alunos pela fidelidade aos costumes indígenas em cada oficina e no contato com eles”.

Logo no primeiro momento do passeio, os alunos conhecem o povo Kuikuro, participando de atividades envolvendo a culinária tradicional indígena, danças, cantos, rituais, conferiram de perto as máscaras, cocares e pinturas corporais que a tribo confecciona, e puderam levar para casa um pouco dessas lembranças em forma de artesanato. Segundo a professora Renata Mack, através desta iniciativa, os alunos fora capazes de atingir diversas habilidades, como observar e comparar as formas diversas de moradias, a cultura, os costumes e a forma de sobrevivência dos indígenas, e o aspecto mais importante: respeitar as diferenças.

No dia seguinte, já na escola, as crianças inciaram o registro coletivo da viagem, feito em forma de redação sobre a experiência. “Com esse estudo, conseguimos aproximar os conteúdos abordados em sala de aula da realidade dos alunos, e esse é um ponto de suma importância para o aprendizado. As expressões dos alunos ao verem os índios de perto foi muito marcante e encantador”, conta Renata.

A professora Samantha Kager, que também acompanhou os alunos na viagem, comentou que esse estudo do meio, em particular, traz muita repercussão devido ao seu impacto nos estudantes. “Encontramos alunos mais velhos que, ao verem as turmas se preparando para sair para essa viagem, ou mesmo olhando as fotos que postamos nas nossas redes particulares, comentam que sentem muita saudade dessa experiência e que se lembram de quando foram com suas turmas. Os pais também nos relatam que eles ficam semanas comentando sobre a viagem, é algo que sempre deixa os alunos muito empolgados e colhemos frutos excelentes da experiência”, relata.

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